Tive vontade de lhe perguntar como uma mesma coisa podia ser tão medonha e tão gloriosa, e ter palavras e histórias tão amaldiçoadas e tão brilhantes. 
     Nenhuma dessas coisa, porém, saiu de minha boca.
     Tudo que pude fazer foi virar-me para Liesel Meminger e lhe dizer a única verdade que realmente sei. Eu a disse à menina que roubava livros e a digo a você agora.

• UMA ÚLTIMA NOTA DE SUA NARRADORA •
Os seres humanos me assombram.


A Morte em A menina que roubava livros - Markus Zusak

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